segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Campeões Brasileiros

Todos os campeões de campeonatos nacionais, incluindo o campeonato brasileiro, o antigo Robertão e a Taça de Prata entre outros






1° - Palmeiras (1960/67/67/69/72/73/93/94)  08
1° - Santos (1961/62/63/64/65/68/2002/04)   08
3° - São Paulo (1977/86/91/2006/07/08)......06
4° - Flamengo (1980/82/83/87/92)...............05
5° - Vasco da Gama (1974/89/97/2000).......04
5° - Corinthians (1990/98/99/2005)..............04
7° - Internacional (1975/76/79)...................03
8° - Grêmio (1981/96).................................02
9° - Fluminense (1970/84)..........................02
10° - Bahia (1959/88)..................................02
11° - Botafogo/RJ (1968/1995)....................02
12° - Atlêtico/MG (1936/71).........................02
13° - Cruzeiro (1966/2003)..........................02
14° - Guarani (1978)...................................01
15° - Coritiba (1985)...................................01
16° - Atlêtico/PR (2001)..............................01
17° - Sport Recife (1987)............................01
18° - CA Paulistano (1920).........................01

Trabalho de geografia dos alunos do colégio D. Pedro II de Blumenau

Neste trabalho os alunos do 1° ano 3- do ensino médio tinham de realizar uma campanha política completa, para os alunos de 3ª e 4ª série do ensino fundamental, e este é o seu vídeo de publicidade, ficou bem legal e engraçado.

A História das Coisas

A poluição que nós causamos e o consumismo desenfreado dos países desenvolvidos e também o problema do lixo. Tudo isso neste vídeo, que aliás é muito bom

Xenofobia

A Xenofobia é a aversão ao estrangeiro. Assista a este vídeo do ARCHEMED o terrorista morto e veja o que eu estou falando, divirta-se.

domingo, 18 de outubro de 2009

Batalha das Toninhas

O Brasil entra na Primeira Guerra Mundial em outubro de 1917, ou seja faltando apenas um ano para o fim da da guerra.
A sua participação foi ridícula eu diria, pois não fez absolutamente nada, só tinha a obrigação de cuidados médicos e ainda sim foi para o lugar onde tinha a maior epidemia de gripe  espanhola que ocorria naquele ano.
E a famosa Batalha das Toninhas foi um verdadeiro fiasco, pois pensando ser um contingente de submarinos alemães tacaram-lhe bala nas pobres coitadas.
Confira o professor Carlão comentando sobre o assunto.

Me Declaro

A Música é antiga e eu nem sou mais evangélico, mas vale o registro, MeDeclaro de 2002


sábado, 17 de outubro de 2009

um IBM 1620 Primeiro computador de nosso país



 Ele era conhecido como ZEZINHO e possuía uma CPU de 16kb de memória  20k posições de mémória de 6 bits.


História da Oktoberfest


A Oktoberfest de Blumenau teve como “inspiração” uma tradicional festa da cerveja realizada em Munique, na Alemanha. Para comemorar o seu casamento com a Princesa Tereza de Saxônia, em 12 de outubro de 1810, o Rei Luis I, futuro Rei da Baviera, organizou uma corrida de cavalos. O sucesso foi tão grande que a festa passou a ser realizada todos os anos, contando com a participação de todo o povo da região.


Já a versão blumenauense teve início em 1984. Naquela primeira edição passaram pela festa nada menos do que 102 mil pessoas, número que na época representava mais da metade da população da cidade. Nessa primeira edição, a festa foi realizada no Pavilhão da Proeb.




A partir da edição de 1988, a Oktoberfest fez com que Blumenau passasse a ser o principal destino turístico de Santa Catarina no mês de outubro. As outras cidades, porém, resolveram não ficar para trás e também passaram a promover suas festas locais.
Mas, a Oktoberfest não é só cerveja! Na próxima página fique por dentro de tudo o que acontece na festa.

A Carta de Pero Vaz Caminha



Senhor:
Posto que o Capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento desta vossa terra nova, que ora nesta navegação se achou, não deixarei também de dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que -- para o bem contar e falar -- o saiba pior que todos fazer.



Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo que, para aformosear nem afear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu.



Da marinhagem e singraduras do caminho não darei aqui conta a Vossa Alteza, porque o não saberei fazer, e os pilotos devem ter esse cuidado. Portanto, Senhor, do que hei de falar começo e digo:
A partida de Belém, como Vossa Alteza sabe, foi segunda-feira, 9 de março. Sábado, 14 do dito mês, entre as oito e nove horas, nos achamos entre as Canárias, mais perto da Grã- Canária, e ali andamos todo aquele dia em calma, à vista delas, obra de três a quatro léguas. E domingo, 22 do dito mês, às dez horas, pouco mais ou menos, houvemos vista das ilhas de Cabo Verde, ou melhor, da ilha de S. Nicolau, segundo o dito de Pero Escolar, piloto.



Na noite seguinte, segunda-feira, ao amanhecer, se perdeu da frota Vasco de Ataíde com sua nau, sem haver tempo forte nem contrário para que tal acontecesse. Fez o capitão suas diligências para o achar, a uma e outra parte, mas não apareceu mais!



E assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo, até que, terça-feira das Oitavas de Páscoa, que foram 21 dias de abril, estando da dita Ilha obra de 660 ou 670 léguas, segundo os pilotos diziam, topamos alguns sinais de terra, os quais eram muita quantidade de ervas compridas, a que os mareantes chamam botelho, assim como outras a que dão o nome de rabo-de-asno. E quarta-feira seguinte, pela manhã, topamos aves a que chamam fura-buxos.



Neste dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! Primeiramente dum grande monte, mui alto e redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs nome - o Monte Pascoal e à terra - a Terra da Vera Cruz.



Mandou lançar o prumo. Acharam vinte e cinco braças; e ao sol posto, obra de seis léguas da terra, surgimos âncoras, em dezenove braças -- ancoragem limpa. Ali permanecemos toda aquela noite. E à quinta-feira, pela manhã, fizemos vela e seguimos em direitos à terra, indo os navios pequenos diante, por dezessete, dezesseis, quinze, catorze, treze, doze, dez e nove braças, até meia légua da terra, onde todos lançamos âncoras em frente à boca de um rio. E chegaríamos a esta ancoragem as dez horas pouco mais ou menos.



Dali avistamos homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos, por chegarem primeiro.



Então lançamos fora os batéis e esquifes, e vieram logo todos os capitães das naus a esta nau do Capitão-mor, onde falaram entre si.



E o Capitão-mor mandou em terra no batel a Nicolau Coelho para ver aquele rio. E tanto que ele começou de ir para lá, acudiram pela praia homens, quando aos dois, quando aos três, de maneira que, ao chegar o batel à boca do rio, já ali havia dezoito ou vinte homens. Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas.



Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham todos rijos sobre o batel; e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os pousaram.



Ali não pôde deles haver fala, nem entendimento de proveito, por o mar quebrar na costa. Somente deu-lhes um barrete vermelho e uma carapuça de linho que levava na cabeça e um sombreiro preto.



Um deles deu-lhe um sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas vermelhas e pardas como de papagaio; e outro deu-lhe um ramal grande de continhas brancas, miúdas, que querem parecer de aljaveira, as quais peças creio que o Capitão manda a Vossa Alteza, e com isto se volveu às naus por ser tarde e não poder haver deles mais fala, por causa do mar.



Na noite seguinte, ventou tanto sueste com chuvaceiros que fez caçar as naus, e especialmente a capitânia. E sexta pela manhã, às oito horas, pouco mais ou menos, por conselho dos pilotos, mandou o Capitão levantar âncoras e fazer vela; e fomos ao longo da costa, com os batéis e esquifes amarrados à popa na direção do norte, para ver se achávamos alguma abrigada e bom pouso, onde nos demorássemos, para tomar água e lenha. Não que nos minguasse, mas por aqui nos acertarmos.



Quando fizemos vela, estariam já na praia assentados perto do rio obra de sessenta ou setenta homens que se haviam juntado ali poucos e poucos. Fomos de longo, e mandou o Capitão aos navios pequenos que seguissem mais chegados à terra e, se achassem pouso seguro para as naus, que amainassem.

Os Nomes do Brasil

O Brasil já teve diversos nomes antes do atual. O primeiro nome dado foi Pindorama, porém foram os indígenas que inventaram o nome e apenas eles o utilizavam. Na descoberta em 1500, os portugueses batizaram a nova terra de Ilha de Vera Cruz, posteriormente se chamou Terra Nova em 1501; Terra dos Papagaios, em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503; Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa Cruz do Brasil, em 1505; Terra do Brasil, em 1505; e finalmente em 1526, devido ao pau-brasil, uma árvore que tinha uma madeira muito valiosa, passou a se chamar Brasil.

Celular



O número de telefones móveis no Brasil atingiu a marca de 100.000.000.


Um brasileiro fala, em média, 80 minutos por mês no celular. Somadas uma após outra, as ligações de todos os usuários do sistema resultariam em um bate-papo de 182.648 anos!


O Brasil é um país de primeiro mundo.

O Brasil em Copas do Mundo


O Brasil é o único país que possui uma seleção de futebol pentacampeã.
Suas conquistas aconteceram nas Copas do Mundo, realizadas em 1958, na Suécia; 1962, no Chile; 1970, no México; 1994, nos Estados Unidos; e 2002, na Coreia do Sul e Japão.
No ranking das copas do mundo, o Brasil participou de dezessete copas, tendo jogado 87 vezes. Dessas, obteve 60 vitórias, 13 derrotas e 14 empates. A soma dos pontos ganhos em todas as copas chega a 147, seguido da Alemanha, a segunda colocada, com 128 pontos.
Os técnicos brasileiros campeões em copas do mundo são: Vicente Ítalo Feola, 1958; Aymoré Moreira, 1962; Mário Jorge Zagallo, 1970; Carlos Alberto Parreira, 1994; e Luiz Felipe Scolari, 2002.
Os Capitães das seleções campeãs do Brasil foram: Hilderaldo Luiz Bellini, em 1958; Mauro Ramos de Oliveira (que recebeu o apelido de Marta Rocha por ser muito elegante), em 1962; Carlos Alberto Torres, em 1970; Carlos Caetano Bledorn Verri (o Dunga), em 1994; e Marcos Evangelista Moraes (Cafu), em 2002.
O time da Inglaterra é um dos maiores “fregueses” da seleção canarinho, pois nunca venceu o Brasil em uma disputa de copa do mundo. Uma curiosidade é que das cinco copas ganhas, os times se encontraram em quatro delas, das quais o Brasil se consagrou campeão. Os encontros aconteceram nas copas de 1958, 1962, 1970 e 2002.

Rubens Barrichello

Além de ter o mesmo nome de seu pai, faz aniversário no mesmo dia e mês que ele. 


A primeira corrida conquistada por Barrichello na F-1 foi em Hockenheim, na Alemanha, na disputa realizada em julho de 2000. 

Rubinho é o 4º piloto que mais subiu ao pódio na Fórmula 1. À sua frente estão Michael Schumacher, Alain Prost e Ayrton Senna, respectivamente.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Curiosidades sobre Ayrton Senna


Senna foi superado por Michael Schumacher em todos os recordes (exceto o de seis vitórias no GP de Mônaco, cinco delas consecutivas, e na porcentagem de poles em que Senna alcançou uma incrível média de 40,1%, contra 28% do alemão).


No início de carreira, o piloto se chamava "Ayrton da Silva", usando o sobrenome de seu pai. Posteriormente, ele mudou o sobrenome paterno pelo materno e passou a se chamar "Ayrton Senna".


Em 1989, Senna largou na primeira fila em todas as corridas da temporada.


O ex-piloto Satoru Nakajima ficou tão comovido com o acidente de Senna que, em sua homenagem, criou o jogo F1 Hero 94's. Nele, Senna aparecia como melhor piloto e com dois carros diferentes: McLaren e Williams.


O grupo de punk rock americano Ramones fez um show de homenagem a Ayrton Senna em São Paulo, no dia 10 de maio de 1994.


Senna teve um romance com a apresentadora de programas infantis Xuxa. Ela inclusive ficou inconsolável no velório do brasileiro, apesar da relação entre ambos ter acabado há muitos anos.